Zeca Pagodinho
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Bio
Zeca Pagodinho (b. February 4, 1959, birth name Jessé Gomes da Silva Filho) is a Brazilian singer/songwriter working in the genres of samba and pagode.

Born in the neighborhood of Irajá, Rio de Janeiro, Zeca Pagodinho grew up around the most traditional manifestations of samba and started making his own verses while still a kid. In the '70s, Zeca started frequenting the Carnival Block of Cacique de Ramos, which took place in Rio de Janeiro every Wednesday and became a true pagode's crib (pagode is a type of samba). At one of these jams, samba singer Beth Carvalho was impressed with Zeca's skills and invited him to record the song "Camarão Que Dorme a Onda Leva". From that point on, Zeca began to record his own albums. There are now 15 of them, and three DVDs. His creative, joyful, malicious songs translate the day-by-day of the typical easy going carioca and are a big success in Brazil. He's one of the biggest-sellers in the country.

One of Zeca's first hits is from his first album. It's called SPC; the SPC, in Brazil, is a blacklist of bad debtors from which it is hard to get one's name removed (it stands for Credit Protection Service). The song, a partnership between Arlindo Cruz and Zeca, tells the story of someone who asks a friend (or partner) to use their credit card on his behalf; afterwards, the relationship breaks up. Both persons are implied to have low incomes.

Lyrics:

Precisei de roupa nova

Mas sem prova de salario

Combinamos,eu pagava

Você fez o crediario

Nosso caso foi pra cova

E a roupa pro armario

E depois você quis manchar meu nome

Dentro do meu metiêr

Mexeu com a moral de um homem

Vou me vingar de você

Porque,eu vou sujar seu nome

No seu SPC

Tu vai ver,eu vou sujar,seu nome

No SPC

Quis me fazer de otario

Mas o crediario já está pra vencer

Sei que não sou salafrário

Mas o numerário você não vai ver

Porque eu vou sujar ,seu nome

No SPC

Eu vou sujar,seu nome no SPC

(...)

Com o aumento dos juros

Você em apuros pra mim vai correr

Pra me vingar dos teus furos

Juro que estou duro

Não pago carnê porque

Translation:

I needed new clothes

but with no proof of salary

We agreed, I was to pay

You made the credit card transaction

Then our affair went to the grave

and the clothes to the closet

And then you tried to stain my name

Inside my circle

Messed with the morals of a man

I'm going to take revenge on you, because

I'm going to soil

Your name in the SPC

I'm going to soil

Your name in the SPC

Tried to make a halfwit out of me

But the transaction is about to expire

I know I'm no crook

But the numbers, you won't see, because

I'm going to soil

Your name in the SPC

With the raising of the interests

You, in trouble, to me will run

To get revenge from your fumbles

I'll swear I'm broke and won't pay the bill, because

I'm going to soil

Your name in the SPC

Foi descoberto em 1981 por Beth Carvalho em uma roda de samba do Cacique de Ramos, na zona norte do Rio de Janeiro, que o levou para gravar uma faixa em seu disco. Um ano depois foi convidado pela gravadora para participar de uma coletânea que reunia novos talentos do nascente pagode.

O LP "Raça Brasileira" foi um sucesso de vendas e execução. Seu primeiro disco solo, "Zeca Pagodinho", saiu em 1986. De lá pra cá não parou mais de gravar e emplacou diversos sucessos: "Quando Eu Contar (Iaiá)" (Beto Sem Braço/ João Meriti), "SPC" (com Arlindo Cruz), "Verdade" (Nelson Rufino/ Carlinhos Santana), "Posso até Me Apaixonar", "Não Sou Mais Disso". Ganhou vários Discos de Ouro e Platina.

Morador de um sítio em Xerém (RJ), conseguiu transpor fronteiras geográficas, trazendo para a zona sul carioca e para todo o Brasil o samba de partido-alto e pagode típico dos subúrbios. Zeca estava definitivamente no coração do povo. Mesmo receoso, encarava palcos de todos os tamanhos e para todos os públicos. Já foi atração do Directv Music Hall, do Claro Hall, do Canecão e do Teatro Municipal com casa cheia e exigência de shows extras. Depois que ganhou o Grammy, foi convencido a levar sua música para fora do Brasil. Logo o menino de Irajá estava cantando na Europa, África e América do Norte com a mesma naturalidade com que cantava nas rodas de samba do Cacique de Ramos.

Seu carisma levava as emissoras a disputarem sua presença a tapa. Com o jeitão desconfiado de sempre, Zeca freqüentou o sofá da Hebe, o palco do Faustão, Raul Gil e Gugu, a poltrona do Jô Soares e até a cadeira do irreverente punk João Gordo, da modernosa MTV. Aliás, foi na MTV que foi escrito o capítulo mais elegante da sua história. Com repertório escolhido a dedo e orquestra digna de um show de Luciano Pavarotti, o portelense colocou o samba em um ponto nunca antes alcançado: atração principal de um celebrado álbum acústico. "Acústico MTV Zeca Pagodinho" foi lançado em 2003 em CD e DVD tornando-se um sucesso instantâneo. A razão? Talvez porque no palco estava o homem que nunca perdeu o elo com seu povo, suas origens e sua essência.

Depois do sucesso do Acústico MTV, que teve 530 mil CDs e 210 mil DVDs vendidos, o sambista voltou às lojas com o seu 17° disco. Batizado de “À Vera”, o trabalho foi lançado em 2005. O disco contou com a produção de Rildo Hora e arranjos de Paulão Sete Cordas, Mauro Diniz e Leonardo Bruno. Além disso, traz participações especiais de Jorge Aragão, Seu Jorge, Marcelo D2 e da Velha Guarda da Portela, no samba "Coração Feliz”.

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